29/10/2026
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Da África Oriental ao Brasil: Glamping Africa Tours apresenta o universo dos safáris na ABAV Expo 2026

Glamping Africa Tour- at Abav-SP

Sob a liderança da diretora-geral Susan W. Ndirangu, a empresa queniana apresentou as possibilidades de viagem pela África Oriental a agentes brasileiros, em São Paulo , e descobriu no Brasil um destino capaz de despertar seu próprio entusiasmo.

Turismo & Aviação | Relações Brasil–África

Por I. E. Aroh – Afribraz Global Business Magazine

SÃO PAULO – O convite da África Oriental aos viajantes brasileiros reúne experiências marcantes: encontros com a vida selvagem em extensas savanas, acampamentos exclusivos em meio à natureza, aventuras em florestas e jornadas que terminam às margens do Oceano Índico. Na ABAV Expo 2026, Susan W. Ndirangu, diretora-geral da Glamping Africa Tours, do Quênia, deu voz a essa proposta com entusiasmo e conhecimento do destino.

À frente da participação da empresa, Ndirangu trouxe ao mercado brasileiro a perspectiva de uma especialista local em safáris, apresentando a África Oriental como uma região que merece ser descoberta por meio de viagens personalizadas e cuidadosamente planejadas. Um representante da Embaixada do Quênia também esteve presente, acrescentando uma dimensão diplomática ao encontro de profissionais do turismo.

Realizada de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo, a 53ª edição da ABAV Expo foi organizada pela ABAV Nacional, a Associação Brasileira de Agências de Viagens. O evento anual reúne agentes de viagens, operadoras, destinos, companhias aéreas, meios de hospedagem e outras empresas que atendem ao turismo brasileiro e internacional.

Para a Glamping Africa Tours, a oportunidade foi mais do que apenas apresentar belas paisagens. A feira ofereceu espaço para mostrar as pessoas, a experiência profissional e a estrutura operacional que tornam possível uma viagem bem organizada pela África Oriental.

Uma especialista queniana com atuação regional
(At the the abav-sao paulo)

Com sede em Nairóbi, a Glamping Africa Tours é uma empresa familiar com raízes na África Oriental. Sua atuação combina conhecimento local e viagens sob medida, de safáris de luxo e estadias à beira-mar a roteiros voltados à aventura. Seus guias locais são certificados pela Kenya Professional Safari Guides Association, a associação profissional de guias de safári do Quênia.

O perfil da empresa no diretório da Kenya Association of Tour Operators (KATO), associação queniana de operadores de turismo, a apresenta como uma operadora de receptivo e gestão de destinos que atende grupos privativos, famílias, casais em lua de mel, instituições de ensino e viajantes corporativos, incluindo pessoas com deficiência. Essa diversidade abre às agências brasileiras possibilidades de colaboração que vão além dos safáris tradicionais.

Ndirangu reúne mais de 15 anos de experiência no turismo da África Oriental. A ênfase da empresa no planejamento personalizado coloca essa trajetória a serviço de decisões essenciais: a escolha dos destinos, das hospedagens, dos traslados e do ritmo adequado para uma viagem que, para muitos clientes, será o primeiro contato com a região.

Para quem comercializa viagens no Brasil, essa diferença tem peso. Uma fotografia extraordinária pode despertar o desejo de fazer um safári, mas a confiança para reservar depende da competência de quem organiza o roteiro.

Às operadoras e agências brasileiras, a Glamping Africa Tours oferece viagens privativas nas datas escolhidas pelo cliente, roteiros em português e tarifas líquidas, permitindo que cada parceiro defina sua própria margem.

“Você traz o cliente. Nós operamos o safári. O cliente continua sendo seu”, afirma Ndirangu.

A Ethiopian Airlines opera voos diários de São Paulo para Adis Abeba, com conexões para Nairóbi. Para entrar no Quênia, os viajantes brasileiros precisam da Autorização Eletrônica de Viagem, solicitada pela internet e conhecida pela sigla eTA, e do certificado de vacinação contra a febre amarela, pois o Brasil integra a lista queniana de países com risco de transmissão da doença. A vacina deve ser aplicada com antecedência mínima de dez dias do embarque. Tanzânia, Uganda e Ruanda possuem regras próprias de entrada.

A Glamping Africa Tours é licenciada pela Tourism Regulatory Authority, a autoridade reguladora do turismo do Quênia, sob o registro TRA1/47/C01/51576, e integra o sistema de garantia financeira da KATO, com o número de associação AS/768. Esse mecanismo protege os depósitos dos clientes em caso de liquidação compulsória de uma empresa associada. A operadora também é membro corporativo da Ecotourism Kenya e mantém vínculos associativos com a Skål International e a AMREF Flying Doctors.

A sustentabilidade integra a proposta da empresa, que opera acampamentos de glamping e hotéis comprometidos com práticas sustentáveis em diferentes destinos da África Oriental, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental. Após uma caminhada para observação de gorilas, por exemplo, os visitantes podem conhecer uma comunidade local e vivenciar aspectos do cotidiano da aldeia..

 

As experiências por trás do convite à África Oriental

A oferta regional da Glamping Africa Tours abrange Quênia, Tanzânia, Uganda e Ruanda, proporcionando às agências brasileiras acesso a um portfólio diversificado de experiências de vida selvagem, cultura, praias e florestas. Os programas publicados pela empresa demonstram a amplitude dessas possibilidades.

No Quênia, as opções incluem um safári de luxo de 11 dias, um roteiro familiar de 13 dias que combina vida selvagem e cultura, e uma viagem privativa de 13 dias com safári e hospedagem em vila à beira-mar. Safáris mais curtos, com deslocamentos aéreos, oferecem outra forma de explorar o país, como o programa de cinco dias no Maasai Mara e a viagem de sete dias por Amboseli e Maasai Mara.

Para o mercado brasileiro, a empresa também preparou dois roteiros em português: um safári de dez dias pelo Quênia, com extensão de praia, passando por Nairóbi, Ol Pejeta, Lago Nakuru, Maasai Mara e Diani; e um safári clássico de seis dias pelo Vale do Rift e pelo Maasai Mara, com Nairóbi, Lago Naivasha, Lago Nakuru e Maasai Mara no itinerário.

A Tanzânia acrescenta outras possibilidades. A operadora oferece safáris no norte do país e uma experiência de oito dias entre Stone Town e as praias de Zanzibar, que conecta a observação de animais ao descanso no litoral e à descoberta cultural.

Uganda e Ruanda ampliam o portfólio com caminhadas de observação de gorilas e outras atividades em ambientes florestais. Entre os programas publicados estão um roteiro de sete dias por Uganda, que reúne Kibale, Queen Elizabeth e a experiência de observação de gorilas, e uma viagem de cinco dias por Ruanda, dedicada à observação de gorilas e macacos-dourados. Em ambos os países, as caminhadas para observar gorilas podem ser realizadas durante todo o ano.

Quênia e Tanzânia oferecem oportunidades de observação da vida selvagem em todas as estações. No Maasai Mara, o período de julho a outubro coincide com a passagem da Grande Migração e, em parte, com as férias escolares brasileiras de julho. Janeiro e fevereiro, durante o verão brasileiro e próximo ao Carnaval, são meses secos no Quênia e correspondem à temporada de nascimento dos gnus no sul do Serengeti, na Tanzânia.

Depois de um safári ou de uma caminhada para observar gorilas, os viajantes podem descansar nas praias de Diani ou Zanzibar, uma combinação especialmente atraente para luas de mel, bodas e aniversários marcantes.

O interesse comercial está justamente nessa variedade. Famílias, casais, apaixonados pela vida selvagem e viajantes em busca de maior privacidade não precisam seguir o mesmo roteiro africano. Uma especialista regional pode ajudar a agência a adequar a viagem ao perfil do cliente, respeitando seus interesses e expectativas.

O Brasil também deixa sua marca

Em entrevista à Afribraz Global Business Magazine, Ndirangu demonstrou um entusiasmo pelo Brasil que ultrapassou os corredores da feira.

Ao comparar a experiência brasileira com suas visitas a outros países, destacou a receptividade, o calor humano e o potencial do país como destino a ser explorado. Em sua avaliação, quem busca uma experiência de viagem rica em descobertas deve considerar o Brasil.

“O Brasil nos recebeu com muito carinho. De São Paulo ao Rio, encontramos um país que teremos prazer em recomendar aos nossos próprios clientes”, afirmou.

Essa percepção ganhou uma dimensão pessoal durante a estadia da delegação. Ndirangu e sua equipe também visitaram o Rio de Janeiro, onde conheceram a beleza da cidade, sua atmosfera vibrante e sua paisagem natural singular.

Para uma profissional dedicada a ajudar outras pessoas a descobrir a África Oriental, conhecer o Brasil proporcionou uma valiosa mudança de perspectiva. A viagem transformou-se em uma troca de experiências: ao apresentar sua região de origem, a empresa africana também encontrou motivos para recomendar o destino brasileiro.

Essa reciprocidade amplia o significado da visita para além de uma única feira. O Brasil pode ser um mercado emissor para o turismo da África Oriental, enquanto os destinos brasileiros também podem conquistar a atenção de profissionais africanos e de seus clientes.

Diplomacia do turismo e oportunidades comerciais

   

A aproximação do Quênia com a ABAV já possuía uma base institucional antes da exposição. Em 28 de maio de 2026, a Embaixada do Quênia em Brasília promoveu uma reunião virtual entre a Kenya Tourism Federation e a ABAV Nacional para discutir a cooperação turística e coordenar a participação queniana na ABAV Expo.

Participaram do encontro Suzan Ongalo, diretora-executiva da Kenya Tourism Federation, e Jessica Correa, gerente de vendas da ABAV Nacional.

A presença de um representante da embaixada durante os contatos comerciais esteve, portanto, alinhada a um esforço mais amplo de fortalecimento das relações no setor.

O Quênia também integrou a presença africana no mercado turístico brasileiro de forma mais abrangente. Ao lado da África do Sul, esteve entre os 34 destinos e representações internacionais anunciados para a edição de 2026. No relacionamento entre os dois mercados, companhias como Ethiopian Airlines, South African Airways e Royal Air Maroc, além de operadoras e agências africanas, continuam a desempenhar um papel relevante na aproximação entre o Brasil e a África.

Para os fornecedores da África Oriental, o próximo passo comercial é prático: ajudar os agentes brasileiros a conhecerem os produtos com profundidade suficiente para vendê-los com confiança. Roteiros claros, agilidade na comunicação, atendimento no idioma adequado e condições de reserva transparentes podem transformar uma conversa promissora na feira em uma relação comercial duradoura.

Uma viagem que pode continuar depois da feira

A participação da Glamping Africa Tours deu à África Oriental uma voz próxima e orientada para os negócios na ABAV Expo 2026. Sob a liderança de Ndirangu, a empresa apresentou uma região cuja diversidade permite novas visitas, viagens especializadas e parcerias adaptadas a diferentes perfis de viajantes.

                 

Seu entusiasmo pelo Brasil acrescentou uma percepção igualmente valiosa: a descoberta pode ocorrer em ambos os sentidos.

O resultado mais expressivo estará nas viagens que surgirem a partir desses encontros brasileiros explorando a África Oriental com o apoio de profissionais que conhecem a região e africanos chegando ao Brasil com a mesma curiosidade que levou Ndirangu e sua equipe dos pavilhões de São Paulo às paisagens do Rio de Janeiro.

 


 

 

 

 

Resumindo

Liderada pela diretora-geral Susan W. Ndirangu, a Glamping Africa Tours, operadora de turismo receptivo de Nairóbi, participou da ABAV Expo 2026, em São Paulo. A empresa organiza safáris privativos no Quênia, na Tanzânia, em Uganda e em Ruanda, com extensões de praia em Diani e Zanzibar. As experiências atendem casais em lua de mel, celebrações de bodas e aniversários, famílias e grupos.

Para operadoras e agências brasileiras, oferece viagens privativas nas datas escolhidas pelo cliente, roteiros em português e tarifas líquidas, permitindo que cada parceiro defina sua margem. A Ethiopian Airlines opera voos diários de São Paulo para Adis Abeba, com conexão para Nairóbi.

No Maasai Mara, a Grande Migração ocorre no período de julho a outubro, abrangendo as férias escolares brasileiras de julho. Janeiro e fevereiro, durante o verão brasileiro, são meses secos no Quênia e correspondem à temporada de nascimento dos gnus no sul do Serengeti, na Tanzânia.

Para entrar no Quênia, o viajante brasileiro precisa da Autorização Eletrônica de Viagem (eTA) e do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a febre amarela, com a vacina aplicada pelo menos dez dias antes do embarque. Tanzânia, Uganda e Ruanda possuem regras próprias.

A empresa é licenciada pela autoridade reguladora do turismo do Quênia (TRA) e associada à KATO, cujo sistema de garantia financeira protege os depósitos dos clientes em caso de liquidação compulsória de uma empresa associada.

“Você traz o cliente. Nós operamos o safári. O cliente continua sendo seu.”

Solicite um exemplo de roteiro em português pelo WhatsApp: +254 705 992 793.

Contato

Agentes de viagens podem solicitar um exemplo de roteiro em português.

Susan W. Ndirangu
Diretora-geral – Glamping Africa Tours

WhatsApp: +254 705 992 793
E-mail: susan@glampingafricatours.com
Site: glampingafrica.com
Instagram: @glamping_africa
Facebook: @GlampingAfricaTours

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